O FERVO DA TERRA
Blog de notícias sobre o livro de Deborah Goldemberg, Editora Carlini & Caniato.
quinta-feira, 31 de março de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
Tour Literária pelo Mato Grosso II
Tour literária pelo Mato Grosso I
quinta-feira, 3 de março de 2011
Volta do Mato Grosso
domingo, 20 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
O Fervo na prateleira da Cultura!
Na hora, tive aquela sensação melancólica, de saber que muito provavelmente chegaríamos na prateleira de Literatura Brasileira e, entre Hatouns e Machados, o meu sobrenome não constaria. Tenho esse hábito de verificar a presença dos meus livros em todas as livrarias que entro e...nunca tinha rolado de eu encontrar um exemplar exposto. Triste verdade.
Mas, eis que Joana, livre, leve e solta, aproxima-se do vendedor, ele olha no computador e diz, "O livro está disponível!" Eu quase cai para trás!!!!
Corremos até lá para verificar esse fato inusitado e realmente estava lá!!!Foi um momento emocionante para mim!!! Joana foi para casa com seu exemplar autografado e eu feliz da vida!
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Notícias de Cuiabá
No Mato Grosso, O Fervo da Terra, anda agitando uma escola técnica em Cuiabá. Ramon Carlini (editor) andou por lá divulgando o livro e o Prof. Paulo Pimentel está trabalhando os temas em sala da aula. Abaixo, um e-mail que acabo de receber dele:
Oi Deborah,
Parabéns por seu livro. É fluido, suave, ao mesmo tempo profundo, questionador, inquietante. O melhor é que essa não é a leitura de um professor, mas sim dos alunos. Eles estranham o linguajar de Aké, incomodam-se por sua pseudo ingenuidade e pela crueldade do lugar, pela maldade da terra (da terra?). Tenho agora um prato cheio de possibilidades de discussão. É interessante nossa ignorância a respeito de nossas bases, nossa origem, nosso povo, nossa terra. O livro é o primeiro passo para uma consciência que está esquecida, ou que se quer esquecida. Partindo dele, podemos repensar nossa (s) identidade (S). E a culpa é sua (hehehe). Obrigado por este presente.
Passarei seus contatos para os alunos e pedirei a eles que escrevam. Ganhamos nós...
Um grande abraço e em breve espero te conhecer pessoalmente.
Paulo Pimentel
O Fervo do EGEL, RS
Ao lado dos colegas Italo Ogliari, Joselma Noal e o Professor Mauro Povoas, rolou um bate-papo literário com os alunos de Letras do Rio Grande do Sul, reunidos em Rio Grande (Univ. Federal) para seminários e muita festa!É sempre um prazer especial divulgar o livro na terra de Seu Luis. O Prof. Povoas instigou-se pela "caboclização" do gaúcho que ocorre no livro, mas alertou que os gaúchos tradicionalistas talvez se incomodassem como desfecho amoroso da história (que ele adorou!).
Agradeço a Prof. Rubelise da Cunha e a equipe do EGEL, pelo convite e a calorosa recepção.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Entrevista para AmazonSat
Durante minha passagem por Manaus, "rolou" uma entrevista para o programa diário Amazonia Agora, na Amazon Sat, para falar do lançamento amazonense de O Fervo da Terra. O programa é transmitido em vários estados da Amazônia. Quem quiser rever é só clicar AQUI. segunda-feira, 9 de agosto de 2010
O Fervo em Manaus
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Agora é oficial:
O Fervo da Terra é o livro mais transbrasileiramente lançado dos últimos tempos! Depois do super lançamento em Cuiabá, o de Porto Alegre, os dois paulistanos, agora é a vez de Manaus. A convite da Livraria Valer, de Tenório Telles, eu sigo para o lançamento amazonense de O Fervo da Terra na semana que vem:Todas as informações estão neste LINK.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Recado amigo:
Finalmente li "O Fervo da Terra". A mesma ebulição e êxtase ao ler "Noites do Sertão", que eu amo. Parabéns, querida e talentosa escritora. Narrativa ágil, objetiva e lírica. Beijo, Paulo.
terça-feira, 30 de março de 2010
Motivo de Orgulho
sexta-feira, 26 de março de 2010
Resenha no Guia da Folha
Pelo lado bom, agora sou oficialmente uma escritora resenhada! (agradeçimentos especiais ao super assessor Nicolau Kietzmann). Por outro lado, o olhar crítico sempre cutuca um pouquinho!!! Saiu hoje no Guia da Folha uma resenha de O Fervo da Terra, por Donizete Galvão. Abaixo, o texto na íntegra: Aké, incorporado à familia ainda menino, vai se tornando empregado, capataz e administrador da fazenda. Nos anos 1990, a chegada do garimpo instala o conflito entre colonos e garimpeiro. O arraial de Peixoto incha, surgem bordéis, disputas e um clima de tensão permanente.
sábado, 13 de março de 2010
Opinião do Leitor
Que bom que agora tenho o seu e-mail.
A leitura do Ferv da Terra foi uma das coisas mais gostosas e emocionantes que eu experimentei neste início de ano!!!
A leitura fez-me voltar à minha infância pois eu fui criado na roça como diria o seu Aké Panará ou melhor o Juruna. A cada passagem do livro para mim era um devaneio trazendo-me a lembrança do meu curso primário e ginasial, como chamávamos naquela época, e que à luz de lamparina (espero que você saiba o que é isto) eu escrevia cartas ou cantava à luz do luar com os peões.
Sabe que no sítio do meu paí tinha sempre 10 a 15 peões que ele vinha recrutar na "Estação do Norte", como era conhecida a estação Roosevelt no Braz. Aliás eu sempre fico imaginando como é que o meu pai com aquele português todo "trevessado", como diria o Juruna, conseguia andar por São Paulo na década de 40 e levar aqueles peões para a cidade de Pompéia, a 500 km de São Paulo, onde eu nasci e que era servida pela melhor estrada de ferro do estado que era a Companhia Paulista de Estrada de Ferro..
Uma coisa que eu não sabia e aprendi ao ler o seu livro é que o escritor tem que escolher o narrador e seu liguajar!! Muito interessante. Agora sei porque a maioria dos romances realmente tem um narrador.
Dada a minha criação, aquele linguajar soa para mim como uma música, pois eu era o "escriba" dos peões. Eram mineiros, baianos, alogoanos, pernabucanos, enfim todos da Bahia para cima e valentes como um touro enfurecido. Mas na hora de escrever a carta para as namoradas que eles diziam terem deixado no "nohte" eu me divertia muito com o liguajar deles, e da maneira como eles demonstravam o carinho para a amada, que era o do Juruna, e eu não podia corrigir porque as namoradas, se é que tinham, não iriam entender ao receber as cartas.
E as modas de viola!!! Cantando o "Noite Alta Céu Risonho" criação de Vicente Celestino, (você conhece?) sentado sôbre uma tora sob um pé de uma goiabeira em noite de luar, era um verdadeiro relax...
Deborah, parabéns pelo seu belo livro no qual você descreve muito bem a luta por um sonho e a sua morte na pessoa do Sr. Luiz. De uma maneira sutil você conseguiu mandar um libelo para os poderes constituidos!!! A mágua contida de Fernanda. O nascimento e o ocaso de um garimpo, que tive a oportunidade de conhecer pessoalmente no interior da floresta amozonica do Pará às margens do Rio Juruá, os bordéis, enfim você foi capaz de trazer tudo isso vivo em nossa visão, e no liguajar gostoso do caipira regional.
Enfim, precisamos sentar um dia e consversar sôbre estas coisas gostosas que dão um romance.
Eu vou me despedindo dizendo a você parabéns, continue escrevendo que você tem talento para tal!!!...
Um forte e fraterno abraço e beijos do
Gomi
terça-feira, 9 de março de 2010
Visão do Pezão
Agradeço à colorida matéria e as fotos que Marco Pezão (Poiesis) fez sobre a Récita Maloqueirista e re-lançamento de O Fervo da Terra no domingo passado no blog: http://circulandoverso.blogspot.com/



